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Educação Financeira
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Perfis caem em novembro

Em novembro, os investimentos em renda fixa pré-fixada e atrelada à inflação, principalmente de longo prazo, tiveram desvalorização. A causa foi o aumento nas taxas de juros futuros que até então vinham caindo, e proporcionando bons ganhos ao longo do ano.

Dentre estes papéis, estão os títulos públicos de inflação com vencimento superior a 5 anos (IMA-B5+). Sensíveis a expectativas de mercado e mudanças nas taxas de juros e de inflação, eles fecharam em -4,07%, pior resultado do ano. Outro exemplo de renda fixa que variou de forma negativa foi o pré-fixado, com -0,46% (IRFM).

No mercado de ações em bolsa de valores tivemos oscilação, mas ao final, o IBrX, índice que serve de meta para as aplicações de alto risco da Funsejem, fechou bem, 0,97%. Os perfis com maior alocação em renda variável conseguiram neutralizar em parte o mau desempenho da renda fixa, amenizando os resultados negativos. Ainda assim, houve impacto considerável e ele foi proporcional ao grau de risco, e à carteira de aplicações de cada perfil.

Mesmo com toda esta reviravolta nas taxas de juros, o perfil conservador, por aplicar a maior parcela de sua carteira em papéis pós-fixados, conseguiu fechar o mês positivo, e acumula no ano 114% do CDI. O conservador alcançou 0,11%, contra 0,38% de seu índice de referência. O moderado, que investe bastante em renda fixa, e menos em renda variável em comparação com os perfis de alto risco, variou -0,36%. Os perfis agressivo e superagressivo também encerraram o mês de forma negativa, mas com resultados amenizados pela Bolsa, variaram -0,32% e -0,17%, respectivamente.

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