Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), ocorrida em junho de 2026, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 14,50% para 14,25% ao ano. Diante da mudança, é comum que muitos corram para rever suas aplicações e ajustar rapidamente suas carteiras. Mas esse impulso, embora pareça lógico, pode ser justamente o maior erro. Quem explica é Marco Aurélio da Silva, especialista em economia, consultor de empresas em negócios internacionais e docente do curso de Comércio Exterior da FSG. Para ele, a Selic é o ‘termômetro’ da economia brasileira, ela dita o custo do dinheiro, o rendimento da renda fixa e o apetite por risco.
15.818 participantes
867 aposentados
R$ 8.394.849 em contribuições
R$ 8.917.531 em pagamentos
R$ 2.655.881.697 em patrimônio