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Educação Financeira
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Perfis rendem até 1,10%

No mês de setembro, o mercado econômico brasileiro fechou com valorização de quase todos os ativos e títulos públicos pré-fixados e atrelados à inflação, beneficiados pelo fim do ciclo de alta da taxa básica de juros no país, que já vinha sendo antecipado em agosto.

No contexto global, o clima foi outro. O aumento da taxa de juros americana em mais 0,75 ponto porcentual, terceira alta seguida promovida pelo FED (Banco Central dos Estados Unidos), e amplamente esperada, balançou o mercado. Além disso, outros destaques negativos derrubaram as principais bolsas globais. Dentre eles, a tensão geopolítica na Europa, as altas de juros e a crise energética na região, e a baixa atividade econômica na China. Como resultado, o dólar se fortaleceu frente às demais moedas no mundo.

No Brasil, o Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa de Valores B3, descolando-se das tendências vistas no exterior, conseguiu fechar setembro com 0,47%, apresentando o terceiro mês consecutivo de alta, e acumulando no ano 4,97%. O desempenho, embora modesto, pode ser considerado uma vitória ante a queda externa. O IBrX, referência para as aplicações em renda variável dos perfis agressivos da Funsejem, variou -0,05%, e acumula no ano 4,44%.

Dentre os investimentos de renda fixa, os títulos públicos de inflação de longo prazo foram os de melhor performance em setembro, rendendo 2,39% (IMA-B5+). O retorno dos papéis pré-fixados ficou em 1,40% (IRF-M). No geral, a cesta de títulos públicos representada pelo índice IMA Geral rendeu 1,26%.

Perfis de investimentos Funsejem

Nesse panorama, os perfis de investimentos mais agressivos da Funsejem fecharam setembro assim: 0,90% no perfil moderado, 0,31% no agressivo e -0,23% no superagressivo. Importante lembrar que os riscos nos perfis mais agressivos também estão diversificados nos segmentos de investimentos no exterior e nos multimercados estruturados, além da renda variável e da renda fixa mais agressiva.

Quanto ao perfil conservador, ele destina grande parte da carteira a títulos de renda fixa públicos e privados, com maior exposição a papéis pós-fixados, por isso rendeu 1,10%. O resultado equivale a 103% do CDI, índice referência para o perfil, e que variou 1,07% no mês.

Atenção

Sua escolha de perfil de investimento não deve se basear em resultados pontuais, mas em uma análise de objetivos futuros, simulações e informações à disposição. Simule seu perfil de investidor aqui no site da Funsejem. A ferramenta está disponivel no menu de Educação Financeira.

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