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Educação Financeira
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Perfis rendem até 3,82%

No mês de agosto, o mercado financeiro brasileiro fechou em alta, impulsionado por fatores nacionais e internacionais. O mercado externo foi abalado com a declaração do FED, Banco Central americano, sobre a perspectiva de que os Estados Unidos terão um crescimento mais lento e enfrentarão juros elevados por um período mais longo, até que consigam controlar a inflação.

Aqui no Brasil, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, aumentou a taxa básica de juros Selic de 13,25% para 13,75% ao ano, mas sinalizou que pode cessar o atual ciclo de alta já na próxima reunião, estacionando a taxa neste patamar.

Na contramão das bolsas mundiais, o Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa de Valores B3, teve boa performance no mês, devido à entrada de recursos estrangeiros, engatilhada justamente pela perspectiva de fim do ciclo de alta dos juros no país. O índice fechou agosto em alta de 6,16%, acumulando 4,48% no ano. O mesmo aconteceu com o IBrX, referência para as aplicações em renda variável dos perfis agressivos da Funsejem, que rendeu 6,15%, atingindo os mesmos 4,48% no ano.

O IFIX, Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários, também teve bom desempenho. O índice, que até o fim de julho tinha alta de apenas 0,33% no ano, avançou 5,76% em agosto, e agora acumula alta de 6,11% no ano.

Dentre os investimentos de renda fixa, os títulos públicos de inflação de longo prazo foram os de melhor desempenho em agosto, rendendo 2,49% (IMA-B5+), beneficiados pela perspectiva de que a taxa Selic finalmente deve parar de subir. O retorno dos papéis pré-fixados ficou em 2,05% (IRF-M). No geral, a cesta de títulos públicos representada pelo índice IMA Geral rendeu 1,40%.

Perfis de investimentos Funsejem

Nesse panorama, os perfis de investimentos mais agressivos da Funsejem fecharam agosto assim: 1,76% no perfil moderado, 2,77% no agressivo e 3,82% no superagressivo.

O perfil conservador, que diversifica os investimentos em títulos de renda fixa públicos e privados, com maior exposição a papéis pós-fixados, rendeu 1,14%. O resultado foi próximo ao CDI, índice que é referência de retorno para o perfil, e que variou 1,17% no mês.

Atenção à escolha de perfil

Para o mês de setembro, é possível que a Bolsa brasileira demande ainda mais atenção e cautela, porque estaremos às vésperas das eleições presidenciais, evento que tende a aumentar a volatilidade do mercado por aqui.

Para além do cenário econômico, considere sempre o grau de risco que deseja para seus investimentos, evitando mudanças constantes, pois isso pode lhe ocasionar perdas patrimoniais. Na dúvida, informe-se mais aqui no site sobre nossos perfis. Use também nosso simulador, no menu de Educação Financeira.

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