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Educação Financeira
Notícias
Perfis em junho: -4,64% a 0,89%

Esta matéria foi atualizada em 18/07/22, com o cálculo da rentabilidade oficial dos perfis, que alterou as estimativas do conservador (de 0,90% para 0,89%) e do moderado (de -0,22% para -0,21%).

Depois de acumular 6,23% nos primeiros 5 meses do ano, o Ibovespa, principal índice de ações brasileiro, despencou em junho, fechando em -11,50%. Como em abril o índice já havia variado de forma negativa, muito fortemente, o desempenho no acumulado do ano acabou ficando no vermelho: -5,99%.

A volatilidade no mercado acionário não atingiu apenas o Brasil na primeira metade do ano. Índices na Europa e Estados Unidos também seguem instáveis, com um receio que vem se alastrando, o de recessão mundial.

A inflação norte-americana preocupa, e fez o banco central do país elevar sua taxa. Na China, lockdowns ainda têm sido adotados. Para completar, segue a guerra na Ucrânia, pressionando preços na Europa.

Cenário nacional, indicadores e perfis

No ambiente interno, tivemos desvalorização nas commodities ao final do semestre, desvalorização do real frente ao dólar, e aumento na taxa básica de juros, a Selic. Sobre ela, em especial, a alta beneficia aplicações pós-fixadas, muito presentes no perfil conservador do seu plano na Funsejem. Mas provoca queda na rentabilidade de curto prazo de papéis como os indexados à inflação, que fazem parte dos perfis moderado e agressivos.

Em junho, o CDI (referência de ganho da renda fixa baixo risco) variou 1,02%. Os papéis de inflação de longo prazo (IMAB5+) fecharam em -1,10%, e o IBrX, outro índice de ações, referência para os perfis agressivos encerrou o mês em -11,56%.

Os resultados do plano seguiram assim: 0,90% no perfil conservador, -0,22% no moderado, -2,41% no agressivo e -4,64% no superagressivo.

Volatilidade seguirá no 2º semestre

O mercado financeiro está sob instabilidades que devem prosseguir na segunda metade do ano: inflação mundial, risco fiscal e tensões ligadas às eleições de outubro.

A volatilidade, assim, permanecerá impactando os perfis mais arriscados no curto prazo, o que não é necessariamente ruim. O alto risco se comporta desta maneira, com objetivos de retorno mais atrativo para o futuro. Saiba como se posicionar, simule seu perfil de investidor aqui no site, acompanhe as informações e análises que divulgamos, e evite a busca por resultados passados.

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