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Educação Financeira
Notícias
Perfis: -0,72% a 0,87%

No dia 24 de fevereiro, a Rússia invadiu a Ucrânia. Em meio a esse conflito, observou-se forte impacto sobre os mercados financeiros ao redor do mundo. As consequências foram a aversão ao risco diante do aumento das incertezas do cenário, um forte avanço do preço de commodities (bens primários com cotação internacional), e intensa alta no preço do barril do petróleo.

O quadro é prejudicial para as economias que tentam se recuperar da pandemia da covid-19 e ainda enfrentam altos níveis da inflação. O preço elevado de commodities pode ser benéfico para alguns países, mas no geral tende a acentuar o processo inflacionário mundo afora.

O Brasil se beneficiou da alta global de commodities e, apesar das turbulências externas, a Bolsa de Valores B3 fechou no azul. A valorização do minério de ferro impulsionou ações de mineradoras, e a alta no preço do petróleo beneficiou a Petrobrás, que tem os papéis mais negociados na B3.

O Ibovespa, nosso principal índice de ações, encerrou fevereiro em 0,89%, terceiro mês consecutivo de resultado positivo, o que representa 2,82% no acumulado dos últimos 12 meses.

No segmento de renda fixa, os papéis que mais oscilaram foram os de longo prazo, mais sensíveis a expectativas do mercado. Dentre eles, estão os títulos públicos atrelados à inflação com vencimento superior a 5 anos (IMA-B5+), que fecharam em 0,01%. Os pré e pós-fixados performaram melhor e fecharam o mês com 0,58% (IRF-M) e 0,92% (IMA-S), respectivamente. Na média total, a cesta de títulos públicos que compõem o índice IMA Geral teve rentabilidade de 0,74%.

Perfis de investimentos Funsejem

Sob este contexto, os perfis de investimentos mais agressivos da Funsejem fecharam fevereiro assim: 0,54% no perfil moderado, -0,09% no agressivo e -0,72% no superagressivo.

Importante esclarecer que apesar da alta no Ibovespa, o desempenho do índice foi consequência da forte alocação de recursos nas ações da Vale e da Petrobrás, opções de alta liquidez e grande peso no resultado do Ibovespa. Fundos de investimentos com alocação menor nessas empresas e maior nos demais segmentos não tiveram a mesma valorização.

Outro ponto a destacar é que os investimentos no exterior com forte correlação com o dólar tiveram desempenho muito negativo no primeiro bimestre. Em fevereiro, eles variaram -6,54%, conforme o indicador MSCI (BRL), acumulando queda de -15,07% no ano. Esses resultados influenciam na rentabilidade dos perfis mais agressivos, pois eles também investem em fundos do segmento exterior.

O perfil conservador, que diversifica os investimentos em títulos de renda fixa públicos e privados, com maior exposição a papéis pós-fixados, rendeu 0,87%. O resultado ficou bem acima do CDI, índice que é referência de retorno para o perfil, e que variou 0,76% no mês.

Alerta à volatilidade

O ano de 2022 se mostra cada vez mais volátil. Inicialmente, pelas preocupações inflacionárias no mundo e a consequente expectativa de alta de juros. O estouro do conflito entre a Rússia e Ucrânia requer cautela adicional, pois aumenta as incertezas na economia global.

Dependendo dos efeitos da guerra, é possível um cenário de estagflação - inflação elevada e atividade estagnada -, panorama ruim a ativos ligados à atividade econômica, como as ações.

Simule seu perfil de investidor aqui no site, no menu Educação Financeira. Sua escolha não deve se basear em resultados pontuais, mas em uma análise de objetivos futuros, simuladores e informações à disposição.

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