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Educação Financeira
Notícias
2021 de mercado turbulento

Pandemia da covid-19, risco fiscal, alta da taxa básica de juros Selic, pressão inflacionária, alta do dólar, preocupações no campo político, entre outras incertezas nacionais e internacionais foram fatores que causaram tensões e volatilidade no mercado econômico brasileiro em 2021. E que ainda seguem afligindo e gerando inseguranças entre investidores.

A alta dos juros prejudicou boa parte dos títulos públicos, ações e fundos imobiliários, que tiveram retornos negativos no ano. Entre os investimentos, os títulos públicos pré-fixados e atrelados à inflação, que são mais voláteis, ficaram entre os piores desempenhos do ano, acumulando -6,55% (IMA-B5+). Esses papéis se desvalorizaram com a alta dos juros futuros vista ao longo do ano, consequência da elevação da inflação, que exigiu um aumento da Selic.

A Bolsa de Valores B3 também sofreu os efeitos desse cenário, acrescidos pelos sinais de desaceleração econômica vindos da China, as perspectivas de aperto monetário nos Estados Unidos e a ameaça persistente da covid-19. O Ibovespa, principal índice de ações, fechou o ano negativo, em -11,93%. E apesar dessas circunstâncias, o seu retorno em dezembro foi positivo, 2,85%, após cinco meses consecutivos de queda. O mesmo aconteceu com o IBrX, referência para as aplicações em renda variável dos perfis agressivos da Funsejem. O índice variou no mês 3,14%, e acumulou -11,17% no ano.

A renda fixa pós-fixada, que é a mais conservadora, de menor risco, rendeu em dezembro 0,78% (IMA-S), e acumulou 4,67% no ano. Essa renda fixa está atrelada à taxa básica de juros Selic e ao CDI, que viu um novo acréscimo na sua rentabilidade, com a elevação da Selic em dezembro, quando ela passou de 7,75% para 9,25% ao ano.

 

Perfis de investimentos Funsejem

Os perfis de investimentos mais agressivos da Funsejem encerraram o mês de dezembro assim: 0,97% no perfil moderado, 1,25% no agressivo e 1,60% no superagressivo. O perfil conservador, que diversifica os investimentos em títulos de renda fixa públicos e privados, com maior exposição a papéis pós-fixados, rendeu 0,81%. O resultado equivale a 105% do CDI, índice que é referência de retorno para o perfil, e que variou 0,77% no mês.

 

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