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Volatilidade marca mês de julho

O mês de julho foi de tensão para o mercado econômico brasileiro devido uma soma de incertezas domésticas e do exterior. No cenário internacional, o destaque foi a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, que deixou a taxa básica de juros e o ritmo de compra de ativos inalterados. Outra fonte de atenção foi a evolução do contágio da variante Delta da covid-19, em especial na Europa. E ainda, na China, discussões sobre riscos regulatórios acenderam os alertas dos investidores.

No Brasil, vimos a divulgação de uma série de indicadores macroeconômicos, incluindo mercado de trabalho, inflação, contas públicas, etc. O campo político trouxe debate sobre a extensão do Bolsa Família, questões fiscais e discussões sobre a reforma tributária, que também geraram especulações. Por outro lado, a agenda de vacinação segue avançando e possibilitando a reabertura das economias.

Outro fator observado em julho foi um grande movimento de saída de capital estrangeiro, o que impactou fortemente o desempenho da Bolsa de Valores B3. O Ibovespa, principal índice de ações, teve desvalorização, e fechou em -3,94%, o pior desempenho desde fevereiro, -4,37%. O mesmo aconteceu com o IBrX, referência para as aplicações em renda variável dos perfis agressivos da Funsejem, que em julho variou -3,99%.

O segmento de renda fixa também sofreu depreciação. Dentre os títulos públicos pré-fixados e atrelados à inflação estão os com vencimento superior a 5 anos (IMA-B5+), que fecharam o mês em -0,76%. Outra renda fixa que fechou negativa foi o pré-fixado, com -0,47% (IRFM). Os pós-fixados, renderam no mês 0,45% (IMA-S).

 

Perfis de investimento Funsejem

Em meio a este panorama, os perfis de investimentos mais agressivos da Funsejem encerraram o mês de julho assim: -0,21% no moderado, -0,91% no agressivo e -1,72% no superagressivo. O perfil conservador, que diversifica os investimentos em títulos de renda fixa públicos e privados, com maior exposição a papéis pós-fixados, fechou em 0,38%. Rendendo, portanto, um pouco acima do índice de referência em renda fixa, o CDI, que variou 0,36% no mês.

 

Fique atento!

É recomendado para o atual momento cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter, em razão do cenário político e da pandemia da covid-19. Lembre-se de que você tem à disposição um simulador de perfil no site da Funsejem para apoiá-lo.

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